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Jubileu da Esperança: aprovado documento com indicações para 2025

Representantes da RENSA, que integram a Comissão Arquidiocesana do Jubileu da Esperança participaram de uma importante reunião na tarde desta quinta-feira, 31/10, onde foi aprovado o documento com indicações para as comunidades de fé da Arquidiocese de BH vivenciarem o Jubileu da Esperança, Ano Santo de 2025.

O encontro aconteceu na Cúria Metropolitana, em Belo Horizonte, com a presença de Dom Nivaldo Ferreira, bispo auxiliar, Padre Dinamar Gomes, vigário episcopal, e Julimar de Souza, membro do conselho pastoral da região, representam a RENSA no colegiado. Membros de outras regiões episcopais também fazem parte da equipe.

A publicação, que apresenta o calendário arquidiocesano para o Ano Santo de 2025, será apresentada durante o Encontro Arquidiocesano de Pastoral, no próximo dia 9 de novembro. Em seguida, publicado no site da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Ano Jubilar 2025 – Peregrinos da Esperança

O Ano Santo 2025, com o tema “Peregrinos da Esperança”, foi convocado pelo Papa Francisco, a partir da bula “Spes non confundit” (A esperança não confunde). Será um Jubileu vivido em todo o mundo, momento especial de renovação espiritual e celebração da misericórdia divina. Os fiéis são chamados a refletir sobre o valor da esperança em um mundo marcado por desafios e incertezas, e a fazer uma peregrinação – jornada interior em busca de renovação e encontro com Deus. O Jubileu da Esperança também incentiva a reconciliação, a conversão pessoal e a solidariedade, promovendo a paz e o perdão, enquanto os peregrinos são convidados a testemunhar a fé com esperança ativa e renovada.

A primeira referência a um Ano Jubilar está na própria Bíblia: o Ano Jubilar tinha que ser convocado a cada 50 anos (cf. Lv 25,8-13). Foi proposto para auxiliar a humanidade a restabelecer uma correta relação com Deus, entre as pessoas e com a Criação. O Papa Bonifácio VIII, em 1300, proclamou o primeiro Jubileu, também chamado de “Ano Santo”, porque é um tempo no qual se experimenta que a santidade de Deus transforma o ser humano. A sua frequência mudou ao longo do tempo: no início era a cada 100 anos; passou para 50 anos em 1343 com Clemente VI e para 25, em 1470, com Paulo II. Também há jubileus “extraordinários”: por exemplo, em 1933, Pio XI quis recordar o aniversário da Redenção e, em 2015, o Papa Francisco proclamou o Ano da Misericórdia.